Nova Zelândia aumenta salário mínimo e eleva impostos para os mais ricos

Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia

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O governo da Nova Zelândia, comandado por Jacinda Ardern, aumentou o salário mínimo para 20 dólares a hora (17,5 euros), numa medida que vai abranger cerca de 175 mil trabalhadores.

A medida beneficia também os trabalhadores que recebem o seguro-desemprego e afastados por doenças.

Além disso, o governo também elevou a taxa de imposto para os mais ricos que ganham mais do que 180 mil dólares (153 mil euros) por ano para 39%. Serão cerca de 2% dos neozelandeses, e a medida trará mais 550 milhões de dólares (468 milhões de euros) em receita.

Muitos dos trabalhadores essenciais neozelandeses que se mantiveram em atividade durante o confinamento recebem o salário mínimo.

Em 2020, os sindicatos tinham pedido um aumento do salário para estes trabalhadores. “É muito importante para eles. Parte é o dinheiro, parte é a dignidade de se sentirem recompensados pela comunidade pelos sacrifícios que fizeram”, disse o dirigente sindical John Crocker à televisão neozelandesa TVNZ.

Jacinda Ardern disse que as mudanças são o cumprimento de uma promessa pré-eleitoral e que representam “melhorias reais e que deviam já ter sido feitas há muito tempo para o apoio às pessoas mais vulneráveis”.

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