Planalto pede ao STF que seja dispensado de entregar vídeo de reunião com Moro

José Levi, ministro da AGU

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A Advocacia Geral da União (AGU) pediu nesta quarta-feira (6) que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello reveja sua decisão de determinar a entrega da cópia das gravações de reuniões citadas pelo ex-ministro Sergio Moro em seu depoimento à Polícia Federal (PF).

O governo afirma que nas reuniões citadas por Moro foram tratados assuntos “potencialmente sensíveis e reservados de Estado, inclusive de Relações Exteriores, entre outros”.

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública reafirmou em depoimento prestado à PF no sábado (2) que sofreu pressão do presidente Jair Bolsonaro para trocar o comandante da superintendência da corporação no Rio de Janeiro.


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Moro disse, ainda, que “não afirmou que o presidente teria cometido algum crime” e que “quem falou em crime foi a Procuradoria Geral da República na requisição de abertura de inquérito”. O ex-juiz da Lava Jato declarou que a avaliação sobre ter havido crime “cabe às instituições competentes”.

Em um dos questionamentos feitos pelos investigadores da PF, Moro disse que recebeu uma mensagem de Bolsonaro no WhatsApp pedindo a substituição do superintendente do Rio com o seguinte teor:  “Moro você tem 27 Superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”. 

Na terça-feira (5), Bolsonaro disse a jornalistas na entrada do Palácio da Alvorada, residência oficial, que não pediu nada “ilegal” a Moro. “Ele (Moro) disse que eu pedi em uma reunião de ministros. Uma reunião de ministros. A gente ia pedir algo ilegal? Não peço ilegal nem individualmente, que dirá em forma coletiva”, afirmou o presidente.

Por meio de seu perfil no Twitter, o ministro compartilhou a solicitação feita pela AGU. Confira:

Com informações do Poder 360

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