Entregadores de aplicativo fecham avenida em Londrina por melhores condições de trabalho

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Dezenas de entregadores de aplicativos como Uber, iFood e Rappi fecharam a avenida Higienópolis, em Londrina (PR), na tarde desta terça-feira (4), em protesto por melhores condições de trabalho e de remuneração. Uma das principais queixas do entregadores é com relação a baixa taxa por quilometragem em Londrina.


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Atualmente, o valor por quilômetro na cidade está em torno de R$ 0,80, mas o ideal seria R$ 1,50/km, de acordo com os trabalhadores. Segundo Fabiano Goulart, um dos entregadores presentes no protesto, o rendimento semanal com as entregas diminuiu muito ao longo do tempo. Até o ano passado, costumava ser de até R$ 1.300 por semana. Contudo, agora não está conseguindo nem R$ 50 por dia.

“Como aumentou o número de pessoas trabalhando com os aplicativos acabou dificultando muito o nosso trabalho. Nós queremos discutir essas taxas com os aplicativos. Ao longo do tempo foi variando o valor”, afirmou, em entrevista ao jornal Folha de Londrina.

Além da discussão da taxa cobrada por quilometragem, trabalhadores também protestam por melhores condições de trabalho. Eles afirmam que os prazos de entrega são curtos, o que faz com que os profissionais tenham que trafegar em alta velocidade, se expondo ainda mais aos riscos do trânsito das grandes cidades.

“Eles fizeram promessas para muitos pais de família que o negócio ia ser bom. E agora está todo mundo na mão deles”, afirmou um dos manifestantes ao Esquerda Diário.

Em resposta, o iFood disse em nota que “tomou conhecimento da movimentação dos parceiros de entrega em Londrina e reforça que entende a importância de manifestações e da liberdade de expressão”.

No entanto, a empresa destacou que é importante esclarecer que “neste modelo de atuação os entregadores são parceiros independentes, que atuam de acordo com a sua conveniência, gerenciam seu próprio tempo, podendo, inclusive, atuar por outras plataformas. A empresa reitera que mantém canais oficiais para quaisquer esclarecimentos, dúvidas e orientações”.

Fonte: Revista Fórum

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