Fundador da Azul defende limite de capital estrangeiro em aéreas

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De acordo com o empresário, somente um punhado de países pelo mundo permitem total controle estrangeiro em empresas aéreas sem nenhum tipo de reciprocidade. “Mas acredito que o limite (no Brasil) precisa ser revisado para pelo menos 49%”, diz.

A decisão de Temer de abrir o mercado de companhias aéreas para 100% do capital estrangeiro causou reações divergentes entre as empresas do ramo. Até então, a Azul, que tem a americana United entre suas acionistas, foi a única a se posicionar contrária à medida provisória. Já o Grupo Latam se disse favorável à abertura ao capital estrangeiro, apostando que estimulará o crescimento do mercado aéreo local.

“A Latam pertence a um grupo chileno, isso facilitará uma consolidação para eles”, opina Neeleman.

Já a Gol, que possui dois sócios estrangeiros (Delta e Air France-KLM), preferiu não se manifestar. Recentemente, a companhia anunciou uma reestruturação societária que envolve a incorporação de seu programa de fidelidade, a Smiles. Por causa da restrição de 20% ao capital estrangeiro vigente na época, o plano da Gol era transferir o controle direto da empresa operacional (GLA) ao fundo FIP Volluto, da família Constantino, que hoje controla diretamente a holding Gol e indiretamente a GLA e a Smiles.

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